Não sou só mais um chef. Sou inquieto, direto e ranzinza no jeito carinhoso.
Comecei lavando louça aos 18, estudei no Le Cordon Bleu, rodei cozinhas pelo mundo.
Hoje tenho o Donna, minha cozinha ítalo-paulistana de 30 lugares.
Em casa, tenho mais de 80 bourbons — todos abertos. Não é coleção, é seleção: cada garrafa conta uma história, assim como cada prato que eu preparo.